Dona do melhor ataque da Série D, “gás” no final dos jogos tem sido um dos diferenciais da Caldense

Dona do melhor ataque da Série D, “gás” no final dos jogos tem sido um dos diferenciais da Caldense

A Caldense conta atualmente com o ataque mais positivo entre todos os 64 times da Série D 2021. Foram 15 gols marcados em 6 partidas, média de 2,5 gols por jogo. A equipe também possui o artilheiro do campeonato, Gabriel Santos, com 8 gols em 6 apresentações, média de 1,33 gols por partida. Um dos segredos do time tem sido o espírito de acreditar no resultado até o final, além do bom condicionamento físico.

Dos 15 gols marcados pela equipe até aqui, 10 foram anotados após os 30 minutos do segundo tempo. Foi assim na estreia contra o Rio Branco-ES, vitória de virada por 2 a 1 com gols aos 36 e 39 da etapa complementar e no triunfo diante do Patrocinense por 3 a 2, quando os gols saíram aos 30, 35 e 43 do minutos do segundo tempo. Já frente ao Águia Negra, quatro dos seis gols da goleada por 6 a 2 saíram após os 30 minutos do segundo tempo, precisamente aos 34, 35, 39 e 46 minutos.

No confronto contra o Boa Esporte em Varginha, o empate em 1 a 1 saiu já nos acréscimos, aos 49 minutos. A exceção foi na vitória sobre o Uberlândia por 3 a 1, quando a Veterana balançou a rede duas vezes no primeiro tempo e outra nos minutos iniciais do segundo tempo. No duelo contra a Ferroviária o Verdão não balançou as redes.

O fato de o time ter marcado dois terços de seus gols no final dos jogos pode ser explicado pelos atletas acreditarem no resultado até o último lance. “Trabalhamos muito isso com os atletas. Temos que acreditar em todas as bolas e nos entregar dentro de campo, pois uma hora a oportunidade aparece. É um comprometimento que pedimos aos jogadores” – comentou o técnico Marcus Grippi.

Outro fator que contribui para isso é a preparação física. “O elenco vem seguindo um planejamento de treinos desde a pré-temporada e os resultados estão surgindo. Trabalhamos de forma intensa e integrada com todos os setores do clube, para fazer com que os jogadores consigam manter a alta intensidade nas partidas, principalmente no final dos jogos, quando o desgaste físico é maior. A ideia é que nossos atletas tenham um ‘gás’ a mais, em busca sempre da alta performance” – disse o preparador físico Zeca Barbosa.

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